Autores na Cozinha: Galeto ao Forno com Alecrim e Suflê de Beterraba

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Conforme prometido, e com atraso a receita da semana passada:

GALETO ASSADO COM ALECRIM

Ingredientes:

  • 02 galetos de cerca de 450g
  • 02 ramos de alecrim
  • 01 colher de sopa de mostarda escura
  • Suco de dois limões
  • 80g de manteiga
  • 1 colher de chá de açúcar mascavo
  • 2 dentes de alho
  • 1 colher de chá de sal

Como Fazer:

  1. Cortar finamente o alecrim, e misturar com a mostarda, o alho picado, limão, manteiga e açúcar.
  2. Fazer uma pasta com estes ingredientes
  3. Passar esta pasta de temperos dentro e fora do galeto
  4. Levar o galeto ao forno preaquecido a 180 graus centígrados coberto com papel de alumínio por 10 minutos
  5. Retirar o alumínio e deixar o galeto dourar
  6. Colocamos mini batatas com a casca  e também champions frescos (de Paris) para assar junto ao galeto.
  7. Asse por aproximadamente mais 10 minutos até que fique dourado e ainda esteja suculento.
  8. Para saber se está pronto, vire o galeto e deixe escorrer o caldo: se não estiver sangrando e o que escorrer for um caldo já cozido, é porque já está totalmente cozido.

(Receita do site cybercook.com.br)

SUFLÊ DE BETERRABA – Receita original dos autores

Ingredientes:

Molho Bechamel:

  • 250 ml de leite
  • 15g de manteiga
  • 15g de farinha de trigo
  • Sal, pimenta e noz moscada

Suflê:

  • 400 ml de molho Bechamel
  • Meia beterraba média cozida e picada em pequenos cubos
  • 4 ovos
  • Manteiga
  • Sal e pimenta
  • Noz moscada
  • Páprica picante
  • 3 filés de anchova em óleo

Como Fazer:

Molho Bechamel:

  1. Aqueça o leite. Derreta a manteiga em fogo médio. Adicione aos poucos a farinha, mexendo sem parar, até que a farinha esteja cozida.
  2. Despeje o leite bem quente, batendo sem parar para misturar e evitar a formação de grumos
  3. Tempere com sal e pimenta a gosto e acrescente um pouco de noz-moscada ralada
  4. Passe o molho por uma peneira fina. Conserve-o aquecido, misturando de vez em quando para impedir a formação de uma película na superfície.

Suflê:

  1. Acrescente a beterraba picada ao molho Bechamel e mexa  bastante.
  2. Acrescente um pouco de páprica picante (lembre-se que ela é apimentada) e continue mexendo
  3. Acrescente os três filés de anchova triturados com as mãos e mexa mais uma vez, certificando-se de que eles se espalharam bem pela mistura
  4. Preaqueça o forno a 220 graus centígrados
  5. Bata as claras dos ovos em neve com uma pitada de sal.
  6. Adicione as gemas ao molho Bechamel, uma por uma, misturando bem a cada vez.
  7. Depois acrescente as claras em neve, mexendo suavemente, sempre no mesmo sentido, com a colher de pau, para não desmancha-las.
  8. Unte com a manteiga uma forma de cerca de 20 cm de diâmetro e coloque o suflê
  9. Leve ao forno por 30 minutos ou até que o suflê tenha crescido bastante, sem abrir a porta do forno
  10. Sirva imediatamente

Autores na Cozinha:Receita de Alcachofra provençal com atum grelhado

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(Foto: Gabriela Magalhães para batatafritapode)

Hoje voltamos com as receitas. Sim, estamos de volta à cozinha. Para esta segunda, fizemos e acabamos de saborear este atum com alcachofras. Fácil de fazer, suave, nutritivo e muito gostoso. A receita é do site Comida e Receitas

Por Clotilde

Ingredientes

  • 4 escalopes de atum com 120 gramas cada
  • 4 fundos de alcachofra
  • 1 cabeça de alho fatiada
  • 1/2cebola fatiada
  • 2 tomates picados sem sementes
  • 50g de bacon cortado em cubos
  • 1 colher (café) de ervas de provance
  • 300 ml de vinho branco seco
  • 200 ml de azeite de oliva extra virgem
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • Folhas de manjericão para decoração

Modo de preparo

  • Refogue o bacon com um pouco de azeite, acrescente o alho e a cebola até ficar transparente, junte o tomate, as ervas de Provance e o vinho branco.
  • Deixe cozinhar por aproximadamente 15 minutos.
  • Coloque os fundos de alcachofra já pré-cozidos ao molho e deixe por mais 5 minutos.
  • Tempere com sal e pimenta.
  • À parte, grelhe o atum de um lado só deixando-o rosado.
  • Sirva o atum com as alcachofras e folhas de manjericão fresco por cima.

Rende 4 porções

 

DICAS: do site Dedo de Moça

  1. Como limpar alcachofra:

Para muita gente, cozinhar e limpar uma alcachofra é motivo de pânico.

Aproveitando que chegou a época e que elas estão lindas e brilhantes nos balcões da feira, resolvemos demonstrar como retirar o fundo da alcachofra, que é a parte mais usada e  mais “carnuda”.

Se desejar servi-la inteira, apenas cozinhe-a em água com sal e limão até que ao puxar, as folhas se desgrudem com facilidade.

Para servir dessa forma, você pode preparar um molhinho a base de azeite, vinagre de vinho branco, cebola e salsinha bem picadinhas.

Abaixo, um quadro com o passo-a-passo da limpeza da alcachofra:

para retirar o fundo da alcachofra, você deve cortar as folhas e retirar os pêlos do interior (1 e 2).

Com uma faca bem afiada, vá cortando toda a lateral e retirando as folhas até ficar com o fundo bem carnudo (3, 4 e 5).

Cozinhe imediatamente em água com sal e suco de limão, por 20 minutos ou até que fique macia.

Com uma colher retire os espinhos e descarte-os (6).

A alcachofra limpa, ficará dessa forma:

2. Coloque um pouquinho da água que você cozinhou a alcachofra no molho. Fica ótimo.

Eu comi uma crepioca ontem (e gostei!)

Pensei em escrever esse texto logo após terminar um saboroso prato de crepioca que meu marido fez para mim no jantar ontem a noite. Crepioca, para quem não sabe, é uma receita de omelete com tapioca, que foi criada para se adequar as múltiplas orientações de quem quer ter uma vida e uma alimentação mais fitness. Naturalmente, como vocês bem me conhecem, eu torceria o nariz para introduzir esse tipo de preparação na minha dieta, mas confesso que me surpreendi ao colocar o primeiro pedaço da crepioca na boca. Essa surpresa que motivou minhas reflexões abaixo.

O universo da nutrição se tornou um ambiente tão cheio de “achismos” e “modismos” que atualmente vivemos em uma batalha constante entre os que acreditam em tudo que a mídia fala, contra os que defendem a prática de uma alimentação mais normal (eu me encaixo aqui!). Essa batalha, apesar de válida em muitos momentos, tem nos tirado um dos maiores benefícios da curiosidade humana: a possibilidade de experimentar novos sabores.

São tantas receitas fitness ou emagrecedoras que são divulgadas para ajudar a perder aqueles quilinhos indesejados, que nós esquecemos de perceber que muitos desses pratos são muito mais do que alternativas nutricionais para alcançar o objetivo desejado: elas são experiências gastronômicas muito interessantes. É claro que eu não estou falando aqui do brigadeiro de whey protein, ou do smoothie feito com albumina, mas sim das receitas que usam ingredientes que são naturais, mas que tem sido classificados como fitness por causa desse modismo maluco que atinge os nossos hábitos alimentares (sim, eu estou falando da tapioca).

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Imagem: Na Mira

Pego como exemplo a própria crepioca. O omelete é um delicioso prato, rico em proteínas animais e gorduras benéficas para a nossa saúde. A adição da tapioca no seu preparo, além de enriquecer o alimento com boas doses de carboidrato, dá ao omelete uma textura diferente, que lembra muito um crepe (dai o nome “crepioca”), transformando a experiência em consumir o omelete em algo completamente diferente. Outro bom exemplo é o suco verde. Eu sou contra quem usa esse suco para poder seguir rotinas detox e aumentar a eliminação de toxinas do corpo (aliás, ainda não descobri quais são essas toxinas tão perigosas que meu corpo produz e que o suco verde elimina. Se vocês descobrirem me contem!), mas sou a favor de quem consome essa bebida porque gosta do sabor e porque valoriza a mistura de nutrientes que ela oferece.

O que estou querendo dizer com toda essa reflexão é que, talvez, nós nutricionistas devemos baixar a guarda nesta batalha do “certo ou errado”. Se seu paciente quer comer um pote de iogurte por dia com uma colher de sopa de Goji Berry, qual seria o problema? Se ele gosta do sabor, está satisfeito e está se mantendo saudável assim, o Goji Berry não é o problema. Precisamos ensinar nossos pacientes a escolher melhor seus objetivos na hora de comer os alimentos, e não necessariamente escolher os seus alimentos porque isso ou aquilo “cientificamente não funciona”. Se o objetivo final do seu paciente é viver bem e com prazer, porque não permitir que ele coma sua crepioca? Ou sua panqueca de banana? Ou seu pão com manteiga de amendoim? Ou a sua tapioca com queijo? Essas receitas são tão saborosas, e nutritivas, quanto o nosso tradicional prato de arroz com feijão, ou qualquer outra sugestão feita por vários nutricionistas espalhados pelo país.

Quando nos tornamos menos resistentes a essas “novidades” do mercado, e aprendemos a apreciar seu valor em uma alimentação equilibrada e não restritiva, nós ganhamos a confiança do nosso cliente, e também aprendemos a abrir nosso coração para outras opções de pratos e alimentos extremamente saborosos.

Obs1: Sim, vou adicionar a crepioca ao meu cardápio semanal, especialmente por sua praticidade.

Obs2: Não, eu continuo sendo contra a ingestão de receitas elaboradas com isolados de proteína e seus derivados fitness.

Obs3: Esse texto não justifica a prática de uma dieta glúten free ou lactose free por indivíduos que não apresentam, respectivamente, doença celíaca ou intolerância à lactose.

Obs4: Aceito sugestões de receitas sempre!

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Receita: Pansotti di porro e mozzarella bufala al succo di fragole selvatiche

 

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Ontem fui cozinhar e como o resultado ficou bom, fui convencido pela minha filha Gabriela a escrever a receita. Eu nunca anotei uma receita antes, e por isto é sempre difícil repeti-las. Bem, mas vamos tentar. Primeiro é preciso um nome. Como se trata de um prato de inspiração italiana, nada como um nome em italiano, daqueles de cardápio de restaurante chique, que você tem pedir ao maitre para explicar do que se trata. No meu caso pensei em Pansotti di porro e mozzarella bufala a la salsa di fragole, carote e peperoni , então resolvi dar um apelido mais curto e homenagear um dos meus cineastas prediletos, chamando o molho de Morangos Silvestres (filme do notável diretor Ingmar Bergman, lançado em 1957). Assim em italiano, o nome do prato ficou Pansotti di porro e mozzarella bufala al succo di fragole selvatiche ou em bom português : Pansotti de  alho-poró  e mussarela de búfala ao molho de morangos silvestres

Resolvido este problema, vamos aos ingredientes para 4 porções:

  • Meia cebola picada
  • Duas xícaras de cenoura crua picada
  • Duas xícaras de pimentões verde,amarelo e vermelho picados (1/3 de cada)
  • Duas xícaras de morangos maduros picados
  • Salsinha
  • Cebolinha
  • Sal (eu uso Sal de Camargue porque é menos salgado)
  • Páprica picante
  • Duas xícaras de leite
  • Mix de ervas secas ( o meu tinha sal,alecrim,salsa,manjericão)
  • Geleia de morango
  • Sementes de linhaça dourada
  • Massa recheada: a minha era pansotti, mas pode ser raviolli ou qualquer outra. (Dois pacotes de 500 g dão de sobra). É claro que se você quiser preparar a sua própria massa recheada, o prato pode ficar ainda mais saboroso, mas hoje existem boas massas frescas recheadas para vender)

Uma coisa importante, como vamos cozinhar com leite, a temperatura tem que ser baixa e o tempo mais prolongado – nada de ferver. Para isto é bom usar uma panela de ferro, esmaltada. Eu usei uma Staub – La Cocote, que permite a cocção a baixa temperatura na trempe menor do meu fogão a gás.

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MODO DE FAZER:

Refogue, em azeite e com calma a cebola picada, a salsinha e a cebolinha, na panela. Acrescente depois a cenoura, o pimentão , salpique um pouquinho de páprica picante e deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo de vez em quando. Quando estiver bem cozido, acrescente o morango, mais uma pitada de páprica, sal e as ervas secas. Deixe cozinhar por cinco minutos e acrescente o leite. Coloque no fogo mais baixo possível e deixe cozinhar, sem ferver, por mais trinta minutos. Prove e você vai ver que está na hora de acertar a acidez do morango. Normalmente a acidez é diminuída com o uso de um pouco de açúcar. Neste caso, até para puxar mais o gosto de morango, usei umas duas ou três colherzinhas, das de chá, de geleia de morango. Enquanto isto cozinhe a massa de sua preferência. Quando achar que está bem cozido, retire a panela do fogo e passe todo o seu conteúdo em um processador, formando um caldo espesso. Prove, e acerte o sal se necessário.

Sirva a massa em um prato fundo, com o molho por cima. Para acrescentar uma leve crocância (que eu gosto), polvilhei um pouco de semente de linhaça dourada sobre o molho e enfeitei com o cabinho do morango (que não aparece na foto – no seu lugar está uma folhinha de manjericão). Nós achamos um prato exótico, leve e saudável. Experimente.

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Risoni frio com tomate e manjericão

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Sabe aquele dia de verão que você quer comer um prato diferente e leve? O risoni é uma ótima alternativa para criar pratos que podem ser consumidos frios.

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O risoni é uma massa em formato de arroz, que foi criada pelos italianos para substituir a falta deste cereal nas épocas de guerra. O resultado é um prato que lembra muito o arroz tradicional, porém com o sabor suave das massas italianas. Um alerta para quem tem doença celíaca: o risoni tradicional infelizmente tem glúten, e ainda não conheci nenhuma marca que tenha elaborado esta massa sem o uso de trigo (mas se eu descobrir alguma eu venho e atualizo o post).

A receita é muito simples:

Ingredientes

  • 300g de risoni
  • Folhas de manjericão a vontade
  • 1 caixa de tomatinhos cereja
  • 1 frasco de mussarela de búfala (aquelas tradicionais de bolinha)
  • Azeite
  • Sal

Modo de preparo

Cozinhe o risoni em uma panela com água e sal fervente, como fazemos com qualquer outra massa. Depois de pronto escorra a água e deixe esfriar um pouco. Misture com os tomatinhos higienizados, o manjericão e a mussarela de búfala. Tempere com azeite e sal a gosto. Depois é só servir.

1 porção desde prato pode apresentar entre 250 e 300kcal.

O risoni pode ser utilizado em vários outros pratos frios e inclusive em saladas: basta usar a criatividade!

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Gastronomia: o Fundo de Vegetais

Como se faz: Caldo de Legumes

Quer que seus cozidos fiquem mais saborosos? Tenha guardado em sua geladeira uma boa porção de fundo de vegetais. Um muito saboroso, usa uma base conhecida entre os chefs como mirepoix. Quer saber como preparar um mirepoix? É simples: pode-se usar qualquer vegetal, mas há algumas combinações clássicas:

BÁSICO:

Receita do mirepoix
50% de cebola
25% salsão
25% cenoura

Opção com alho poró
40% de cebola  + 20% salsão + 20% cenoura + 20% alho poró.

Para fazer o mirepoix você deverá cortar todos os ingredientes em tamanho uniforme . Para cocção rápida o tamanho deverá ser menor e mais fino e para cocção mais prolongada o tamanho deverá ser maior e mais grosso.

PREPARO:
Refogue a cebola em uma panela com azeite suficiente para revestí-los. Deixe caramelizar para sabores mais intensos.Acrescente as cenouras e caramelize, adicione o salsão assim que a a cebola e as cenoura estiverem douradas.

Como fazer fazer o fundo:

  1. Coloque todos os vegetais em uma panela funda.
  2. Cubra com os 4L de água e cozinhe em fogo baixo.
  3. Não deixe entrar em ebulição total.
  4. Desligue o fogo.
  5. Coe guarde sob refrigeração para usar em sopas, cremes, molhos ou guarnições.

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Batata Pringles Caseira (Receita Ana Maria Brogui)

Batata Frita, Pode? Pode! E no embalo do final de semana que chega, decidimos publicar uma receita do canal do Youtube Ana Maria Brogui, que com certeza vai matar a curiosidade de muita gente.

Tá pra existir qualquer batata frita tão querida e desejada como as Pringles. Sim, esse tradicional salgadinho vendido em tubos e com diversos sabores á mais de 40 anos no mercado, esteve envolvido em uma grande batalha judicial nos últimos 5 anos com a justiça inglesa, o motivo: o fabricante das batatas Pringles afirmava que o seu produto não seria feitas de batata em sua totalidade (provavelmente sua mãe já sabia disso quando você pediu pra ela fazer igual, e não conseguiu), o que permitia que eles não pagassem o imposto sobre o valor agregado (VAI). Embora as batatas Pringles possuam em sua composição somente 42% de batatas (o resto dos ingredientes se resume a trigo, farinha de milho, gorduras e realçadores de sabor) a justiça inglesa entendeu que a quantidade de batata seria o suficiente para definir se o produto fosse ou não feito de batata.

Ingredientes:

  • 1 xícara de água morna
  • 1 xícara de farinha de arroz (não pode ser outra)
  • 1 xícara de purê de batatas instantâneo
  • 1/4 colher de chá de sal
  • 1/4 de colher de chá de fermento químico (pouco mesmo)
  • 1 colher de sopa de amido de milho
  • Óleo de côco ou de amendoim para fritar

Modo de Preparo:

  • Assista o Vídeo abaixo:

Essas e outras receitas, vocês podem achar no próprio canal no youtube, ou no Livro Ana Maria Brogui Nome: Livro Ana Maria Brogui Páginas: 101 Páginas Valor: R$ 29,90 Onde Comprar: http://www.hmmm.com.br ou clique aqui escritopor2evandro

Abobrinha recheada a la Marina Silva

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Hoje compartilho com vocês um de meus jantares favoritos. Já falei aqui diversas vezes sobre a minha adoração a abobrinha e o quanto ela faz parte da culinária da minha vida, por isto resolvi fazer para ela um recheio para que se torne ainda mais gostosa.

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Para minha abobrinha recheada você precisa de:

1 abobrinha italiana

1 cebola pequena

2 colheres de sopa de cream cheese

2 colheres de sopa de frango desfiado cozido

1 colher de sopa de palmito picadinho

Queijo mussarela

Pimenta do reino e sal a vontade

Modo de preparo:

Cozinhe a abobrinha a parte, em uma panela com água e sal, depois retire e parta ao meio, com corte horizontal. Retire, com o auxílio de uma colher, o miolo da abobrinha, deixando um sulco, onde irá o recheio. Em um recipiente junte o miolo da abobrinha, as colheres de frango desfiado, cream cheese, palmito e a cebola (que deve ser picada em pequenas rodelas ou em quadradinhos). Tempere com pimenta do reino e sal, se desejar. Preencha a abobrinha com este recheio e depois cubra as duas metades do legume com uma fatia de queijo mussarela. Leve ao forno e asse por 15 a 20 min. Depois de pronto é só servir e se deliciar.

Uso este prato como uma opção de prato leve, saudável e delicioso para o almoço ou jantar.

Bom proveito!

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Salpicão com Salsão, Casca de Melancia e Iogurte Desnatado


Ingredientes
  • 5 xícaras (chá) de casca de melancia ralada
  • Sal a gosto
  • 300g peito de frango desfiado
  • 1 1/2 xícara (chá) salsão cortado
  • 1/4 xícara (chá) cebola
  • 2 colheres (sopa) salsa
  • 1 maçã
  • 1 limão
  • 1/2 xícara de iogurte desnatado
  • ½ xícara de uva passa preta
Modo de Preparo
  1. Lave muito bem a melancia
  2. Corte em pedaços e descasque
  3. Rale a casca da melancia em ralo fino
  4. Ferva as cascas raladas em água e sal, até que fiquem macias
  5. Reserve
  6. Cozinhe o peito de frango em água e sal, desfie e reserve
  7. Corte em fatias o salsão e a cebola
  8. Reserve
  9. Pique a maçã em cubinhos e esprema o limão em cima da maçã para que ela não escureça
  10. Reserve
  11. Pique a salsa e misture à casca de melancia ralada e aferventada, ao peito desfiado, ao salsão, à cebola e à maçã
  12. Tempere com sal e acrescente o iogurte e a uva passa
  13. Misture tudo
  14. Sirva frio
A receita original é do ‘tudogostoso” mas essa é modificada, com ingredientes mais saudáveis! Espero que gostem.

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