Cerveja para atletas?

erdingerSeria mesmo verdade? Muitos já estão consumindo a famosa cerveja para atletas como pós treino e muitos estão se perguntando o que é a cerveja para atletas, então vou contar um pouquinho a respeito…

A cerveja Cerveja Erdinger Sport 500ml , é uma cerveja alemã, desenvolvida para atletas. Ela é totalmente natural e livre de aditivos químicos, gordura ou colesterol, a Erdinger Sport é uma bebida isotônica, que mantém o sabor original da cerveja de trigo. Contém todas as vitaminas do Complexo B, além de minerais como Potássio, Fósforo, Magnésio, Sódio e importantes aminoácidos como o BCAA. O resíduo alcoólico é de 0,39% e ela tem 25 kcal a cada 100ml.

Aí você me pergunta, como pode a cerveja ser vendida sem álcool e conter 0,39% de resíduo alcoólico? Simples, a legislação brasileira afirma que a quantidade de álcool necessário para um produto ser considerado alcoólico, deve ser acima de 0,5%, como esta cerveja contém somente 0,39%, ela não é considerada um produto alcoólico – lembrando que uma cerveja aqui possui em média 4,9% de álcool. O álcool das cervejas sem álcool pode ser retirado através de processos físico-químicos, ou utilizando outra técnica que é o controle na etapa de fermentação.

De acordo com o rótulo, a quantidade de calorias e proteínas se diferenciam muito das cervejas tradicionais – lembro que a quantidade de calorias e do álcool é diretamente proporcional. A cerveja/ isotônico não é tão calórica e a cada a 100ml, apresenta 0,4g de proteínas.

100 ml contain on average 500 ml = 1 serving
Calorific content 107 kJ / 25 kcal 535 kJ / 125 kcal
Fathereof saturated fatty acids < 0,1 g< 0,1 g < 0,1 g< 0,1 g
Carbohydrateshereof sugar 5,3 g3,6 g 26,5 g18 g
Protein 0,4 g 2,0 g
Salt 1,3 mg 6,5 mg
Folic acid 20 µg (10%*) 100 µg (50%*)
Vitamin B12 0,13 µg (5,2%*) 0,65 µg (26%*)
Polyphenol 30 mg 150 mg

* of the recommended daily dose

A minha opinião? Se você estiver evitando bebidas alcoólicas, e ama uma cervejinha, experimente! É leve e gostosa, mas quando comparado a um isotônico comum, o preço o é bem salgado.

Consulte sua nutri 😉

escritopor2gabriela

Coma isto, não coma aquilo

FitnessOs meios de informação na área da saúde e nutrição não param de crescer. Blogs, perfis em redes sociais como o Instagram e Facebook, sites e a onda fitness, que tomou conta do mercado da saúde, estão deixando as pessoas que acompanham a estas notícias mais malucas a cada dia. Não é pra menos. Muitos mal levantam da cama e, quando vão consultar sua rede de notícias já encontram fotos de partes do corpo de amigos, famosos e profissionais que seguem. E neste caso não vemos um bumbum (para não dizer “bunda”), abdome ou pernas quaisquer, mas sim a de um corpo sarado, sonho de qualquer garota, ou garoto, que passa o dia inteiro na academia. Este ritmo acaba tornando o “mundo fitness” desejado por muitas pessoas. Sem desmerecer o esforço de ninguém (especialmente daqueles que conseguem alcançar o modelo de corpo que tanto amam), é importante salientar que o que é bom para uma pessoa pode não ser para outra, e que seu corpo pode não responder da mesma maneira que o corpo do seu amigo responde a estímulos físicos.

frutasVou explicar melhor. O que mais me preocupa não são os bumbuns, os abdomens, os silicones ou os corpos sarados. O que mais me preocupa de verdade são as “dicas” de nutrição repassadas por pessoas que sequer possuem conhecimento, e formação, para tal. Acho digna a exposição da vida de um atleta, de hábitos de vida saudáveis, de exemplos (afinal de contas redes sociais estão sendo usadas para isso), mas o tal do “coma isto e não aquilo” é o que me incomoda. Como a alimentação de um sujeito que mede 1,65 m e pesa 55 kg pode ser a mesma para um que mede 1,80 m e pesa 75 kg? Com base em quê, por exemplo, alguém pode alegar que comer um pudim light é melhor do que comer uma fruta? A explicação destes “especialistas” para a troca, é que a fruta contém açúcar e o pudim não, mas se “esquecem” de informar que o doce light está repleto de amido de milho, edulcorantes, ciclamato de sódio e sabe lá mais o que. E a fruta que deveria ser consumida em 4 porções diárias está sendo discriminada por que ela contém vitaminas, sais minerais, propriedades funcionais e finalmente a frutose, o açúcar.

xaropaMeu caros, é um prazer informar que não é a frutose das frutas que te faz mal, o que te faz mal é aquela frutose que vemos nos rótulos dos alimentos industrializados, o pudinzinho, sabe? Aquela frutose derivada do milho: o xarope de milho que muitas vezes é geneticamente modificado. Então não me venha com essa de não comer frutas porque a fulana disse que fruta engorda. O xarope de milho sim, esse é responsável pelos quilos a mais, por doenças metabólicas e problemas de saúde e não o mamão que é consumido no café da manhã.

espelho1-290x290A troca da fruta pelo pudim light é apenas um exemplo de orientações erradas que vi circulando nas redes sociais. Usei para demonstrar até que ponto está indo a obsessão pelo corpo perfeito e pela alimentação mais “saudável” do mundo; até que ponto está chegando a nossa obsessão por “ser aceito”. Devemos lembrar que qualidade de vida não é comida sem sódio, sem glúten, sem açúcar, sem gosto, sem comida, só pó. Qualidade de vida é, acima de tudo, ser feliz, se aceitar, sentir o prazer de sentar à mesa com a família no domingo e comer uma macarronada com bom vinho tinto – e não se culpar por isto.

Já existem casos de meninas que desenvolveram transtornos alimentares através de redes sociais, seguindo orientações distribuídas em perfis de garotas que levam uma vida “fitness”. O que não podemos esquecer é que estas “fit girls” são muito bem instruídas, por profissionais gabaritados, que evitam que elas cometam erros que possam prejudicar a própria saúde. Por este motivo, ao invés de virar um fiel seguidor das dicas das “fit girls”, que tal procurar um profissional da área da saúde de confiança? Este sim vai te orientar e te ajudar a viver de maneira mais saudável, de acordo com as suas necessidades e seus limites. Nunca se esqueça que o que é bom para a colega da rede social pode não ser bom para você. 😉

escritopor2gabriela

Oleaginosa nossa de cada dia

oleaginosasCastanha-do-pará, noz, amêndoa, castanha de caju, pistache, avelã. Estes são exemplos de oleaginosas que muitos não consomem devido ao alto valor calórico. Mas o que muitos não sabem é que o valor calórico das oleaginosas está diretamente ligado à quantidade de gordura insaturada, a gordura boa. Esses frutos secos também são repletos de vitaminas, minerais, proteínas e anti oxidantes que agem no organismo causando um efeito anti-inflamatório.

A melhor maneira de consumi-las é in natura, então quando for ao supermercado procure aquelas que não tem sal. Cada individuo possui uma necessidade diferente, para adequar as quantidades procure uma nutri de confiança.

A castanha do pará é rica em selênio, um mineral que reduz os radicais livres produzidos pelo nosso organismo. A falta do selênio deixa o nosso corpo mais susceptível aos danos causados pelos processos oxidativos. Mas atenção, o excesso do mineral também pode ser prejudicial, podendo causar intoxicação.

imagesA pergunta que eu mais escuto a respeito desses frutos é: qual é a melhor? Não existe uma melhor, todas as oleaginosas contribuem para a melhora dos níveis circulantes de colesterol bom; o efeito anti-inflamatório pode evitar problemas degenerativos; e nutrientes como selênio, zinco e vitamina E são importantes antioxidantes que combatem os radicais livres prevenindo algumas doenças, inclusive o envelhecimento. As oleaginosas possuem também um fitonutriente chamado resveratrol, estudos recentes apontam que ele possui propriedade anti cancerígena.

Assim, quando me perguntam qual deve-se consumir, eu respondo: varie! Um dia eu como uma porção de castanha do pará, no outro castanha de caju, no outro amêndoas e assim por diante. Recomendo para muitos fazer um mix, mistura tudo em um potão de vidro e vai tirando aos poucos. O importante é contar com a ajuda da nutri para adequar as quantidades e não gerar aumento indesejado de peso. Digo o mesmo para quem deseja saber o melhor horário para o consumo. Eu gosto de comer nos meus lanchinhos ou antes do treino junto com alguma fruta seca tipo damasco, mas o que é bom para um pode não ser tão bom assim para o outro.

Agora uma dica, o melhor é adquirir aquelas que já vem embaladas de fábrica ou torrar as oleaginosas compradas à granel antes de consumi-las. Quando a oleaginosa é vendida à granel o risco de contaminação é maior, pois  nem sempre se tem o controle de validade e a exposição ao ambiente também é maior.- devemos sempre estar atentos ao fator umidade que pode contribuir para a proliferação de fungos. Eu não sei de vocês, mas eu já comprei a granel e me dei bem mal, veio até com bichinho de “brinde”.

Enfim, consuma sua oleaginosa da maneira que preferir, em bolos, vitaminas, iogurtes, naturais, com frutas secas e outras opções. O importante é consumir prazeirosamente, sem medo, sem compulsão e com sabedoria. 😉

escritopor2gabriela

Sorvete de Whey pode?

foto

Para quem mora em Belo Horizonte, o sorvete de Whey da Time4 é uma novidade e já gerou um grande alvoroço com sua chegada. Eu já tinha experimentado antes e confesso que no quesito sabor, não deixa nada a desejar, pelo contrário é bem gostoso.

Devido ao baixo teor de gordura e alto teor de proteína o produto está sendo procurado por frequentadores de academias que adoraram a novidade. Como muitos tem me perguntado a respeito do famoso sorvete de Whey, resolvi falar um pouquinho sobre ele….

Escolhi o de chocolate, porque é o que eu mais gosto:

foto 3De acordo com o rótulo do produto, podemos concluir que é um produto com baixo valor calórico, baixo percentual de gordura, rico em fibras e boa quantidade de proteínas e cálcio. Porém ao se tratar do sódio, fiquem alerta! 92mg de sódio em 60g de produto é um tanto alto.

Analisando os ingredientes, vemos muitos “antes” “ideos” e “oses”. São compostos que a indústria alimentícia usa para suprir a falta de açúcar e gordura e ainda assim deixar o produto com sabor e textura agradável.ao paladar.

Quando comparamos com um sorvete comum…

sorvete_prestigio_pote

INGREDIENTES:
Água, açúcar, xarope de glicose, leite em pó desnatado, pasta de cacau, cacau em pó, extrato de malte, sal.
ADITIVOS QUÍMICOS:
gordura vegetal, aromatizantes, espessante goma jatai, goma guar, carragena, estabilizante mono e diglicerídeos de ácidos graxos, polisorbato.
CONTÉM GLÚTEN.

Muitos “antes” e ainda gordura vegetal né…

Então, com base no rótulo dos dois produtos, quando der aquela vontade de tomar um sorvetinho, pode optar pelo de Whey, mas por favor, não consuma todos os dias somente pelo fato dele ser 0% gordura. Dê preferência aos alimentos mais naturais sem tantos “antes”.

escritopor2gabriela

 

 

 

Batata Doce Chips ou Assada?

É batata doce prá lá…é batata doce pra cá… e vai ficando enjoativo, concordam? Pois bem, hoje vou passar pra vocês duas receitinhas fáceis, saudáveis e gostosas usando a batata doce. Vamos lá..

Chips de Batata Doce

Chips_de_Batata_Doce1Ingredientes
Batata doce (a quantidade depende do número de pessoas)
Azeite, para untar a forma

Lave as batatas, descasque e, com o auxílio de um fatiador, ou com a faca mesmo, fatie como quiser (se quiser mais sequinha e crocante, fatie fininho, se quiser mais molinho por dentro, fatie mais grossinho). Forre um tabuleiro com papel alumínio e unte com o azeite. Disponha as fatias de batata doce, sem sobrepor, e leve ao forno baixo por 20 a 30 minutos (dependendo do forno). Vigie sempre para não queimar e vire as fatias na metade do tempo para dourar dos dois lados.

Batata Doce Assada com Curry

batata curryIngredientes
Batata doce
Curry em pó
Sal
Azeite e Alecrim

Modo de preparo
Descasque as batatas, corte como preferir, tempere com curry em pó, sal a gosto, alecrim e um pouco de azeite de oliva. Asse até que dourar.

Bon apetit 😉

escritopor2gabriela

Óleo de coco emagrece?

oelo de coco

Não há comprovação científica. Os estudos são extremamente escassos, o que se sabe é que como qualquer óleo, se consumido em excesso, o óleo de coco pode causar aumento de peso. Assim como o azeite, o óleo de soja, de girassol, ele possui calorias e o consumo excessivo pode provocar o ganho de peso já que é um adicional calórico à dieta da pessoa. Ou seja, não faz milagre.

O Coco (C. nucifera) pertence à família Arecaceae (Palmae) e à subfamília Cocoideae. O óleo é, em geral, extraído a frio a partir da massa do coco. O óleo de coco é classificado como gordura saturada. Sabe-se que o nível de saturação determina a consistência da gordura em temperatura ambiente. Quanto maior o grau de saturação, mais dura a gordura será. No entanto, o óleo de coco é uma exceção, pois apesar de ser altamente saturado, é liquido, devido à predominância de ácidos graxos de cadeia média (AGCM), que correspondem a 70-80% de sua composição.

O fato do óleo de coco possuir maior quantidade de AGCM, diferentemente de outras gorduras saturadas, faz com que tenha um comportamento metabólico distinto em virtude de suas características estruturais.

colesterolUm estudo dinamarquês comparou dietas ricas em AGCM e ácidos graxos de cadeia longa (AGCL) sobre o perfil lipídico e os resultados mostraram que houve maior aumento do colesterol plasmático total, do LDL-colesterol (lipoproteína de baixa densidade), mas também do HDL-colesterol (lipoproteína de alta densidade) quando preferida a dieta rica em AGCM. Ou seja, uma dieta rica em óleo de coco aumenta tanto o colesterol bom quanto o colesterol ruim.

Redes_PerderPesoEm relação à perda de peso, os estudos com suplementos a base de óleo de coco são extremamente escassos e de baixo grau de evidência. Os defensores do óleo de coco se baseiam na teoria de que os AGCM são facilmente oxidados a lipídeos e não armazenados no tecido adiposo, quando comparados aos AGCL. Por esta inferência, e pelo fato do óleo de coco ser rico em AGCM e pobre em AGCL, seu uso poderia ter efeito no tratamento da obesidade.

imagesUm estudo conduzido em humanos concluiu que o uso do óleo de coco virgem, por ter alto teor de AGCM, parece ser benéfico para redução de gordura abdominal, em especial em homens, sem alteração significativa do perfil lipídico, mas vale ressaltar que este estudo foi realizado em apenas 20 indivíduos, não foi duplo cego e o acompanhamento foi feito por apenas quatro semanas.

Outro estudo conduzido por um grupo de Alagoas estudou 40 mulheres entre 20 e 40 anos, que foram randomizadas em dois grupos – um que recebeu óleo de coco e, outro, recebeu óleo de soja – de forma duplo-cega por 12 semanas, além de orientação dietética, com nutricionista, com dieta hipocalórica e orientação para prática de atividade física. Como resultado, a suplementação de óleo de coco não alterou o perfil lipídico e a perda de peso foi idêntica nos dois grupos.

Há poucas evidencias que comprovem o efeito emagrecedor do óleo de coco e aqui entre nós, essas evidencias são bem questionáveis. O que acontece na realidade é o mesmo de sempre, eu diria que é o “efeito modismo”. Já que a blogueira tal e a atriz tal falaram que estão tomando e tiveram resultados excelentes com o uso, você também começa a tomar sem muitas vezes nem saber o porque.

oelod e cooc pilulasPode ser na forma líquida, na forma de pílula, não importa. O óleo de coco é o assunto do momento quando a questão é a busca pelo emagrecimento. Muitos já aderiram à moda e apesar de ele ser a febre do momento, médicos e nutricionistas afirmam que o óleo de coco usado como suplemento é “pura ilusão e não adianta em nada” na perda de peso.

De acordo com a médica endocrinologista Cíntia Cercato, do grupo de obesidades do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), não existe nenhum estudo científico que prove esta característica do produto.

– Esse modismo na utilização do óleo de coco não faz nenhum sentido com o intuito de emagrecer. Óleo de coco é gordura saturada, e em tese é uma gordura ruim. O que ele difere de outras gorduras é porque ele um ácido graxo composto de cadeia média (ou seja, sua metabolização pelo organismo pode ser mais rápida que vários outros tipos de gordura).

– Uma colher de óleo de coco tem mais caloria que uma colher de manteiga ou azeite. Qualquer gordura se consumida em excesso vai ocasionar problemas de saúde.

Para engrossar a lista dos malefícios ao corpo, a médica endocrinologista presidente do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Rosana Radominski, informou que o óleo de coco em excesso pode prejudicar, por exemplo, pessoas que sofrem com problemas no fígado.

 Defensor do uso do óleo de coco em substituição a outros óleos, o médico homeopata e autor do livro Poder Medicinal do Coco e do Óleo de Coco Extra Virgem, Márcio Bontempo, também disse não acreditar no uso deste elemento natural com o objetivo de perder peso. Porém, segundo ele, o óleo de coco pode ser benéfico à saúde se for usado no lugar de outros tipos de gordura que possuem cadeias longas (demoram mais para se metabolizar).

– Este óleo atua na lipoproteína, ou seja, ele ajuda a reduzir o mau colesterol e tirar a gordura de áreas inconvenientes do corpo, por exemplo, a barriga. Porém, não pode ser utilizado desta maneira como está na moda. Duas colheres de sopa por dia em substituição funcionam, mas precisa estar associado a outras atividades, como exercícios físicos e dieta. Não há milagre nenhum.

Para Cíntia não há dúvidas que tantos famosos afirmaram recentemente a perda de calorias com uso de óleo de coco exatamente porque eles realizam constantemente dieta e muita malhação.

– Tudo isso faz parte do pacote para a perda de peso.

Fica claro que, apesar das diversas teorias positivas sobre o óleo de coco, os estudos ainda são escassos e controversos, tanto para o perfil lipídico quanto para o emagrecimento. É importante ter em mente que a gordura saturada do óleo de coco, mesmo que com melhor composição que outras fontes de gordura saturada, deve ter seu consumo restrito. Ainda é válida a recomendação de que uma dieta de alta qualidade para saúde deve limitar a ingestão de gordura saturada (7% do valor calórico total da dieta), substituir gordura saturada por monoinsaturada e poliinsaturada, aumentar o consumo de ômega 3, fibras solúveis, vegetais e frutas. O uso de suplementos a base de óleo de coco está longe de ser um milagre para emagrecer. Certamente seu uso é mais um modismo, sem respaldo científico e que, por enquanto, deve ser desestimulado.

escritopor2gabriela

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: