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Livro de Receitas: Cardápio Astrológico: Touro – Costela de Vitela com legumes

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Uma gostosa brincadeira foi publicada na saudosa revista Gula em janeiro de 2000: O Cardápio Astrológico.  “Um guia da boa mesa com pratos que combinam melhor com cada signo”.

O artigo original é assinado por Elisa Donel,  jornalista Elisa Donel, que mora na França há 20 anos e é autora entre outros de “O Passaporte do Gourmet -Um Mergulho na Gastronomia Francesa”. Divirta-se.

INGREDIENTES: (4 PORÇÕES)

  • 4 costelas de violas
  • 30g de farinha de trigo
  • 45g  de manteiga
  • 1 colher (sopa) de óleo de oliva
  • 3 colheres  (sopa) de vinho branco seco
  • 200 ml de creme de leite fresco
  • 2 maços de cenouras pequenas, frescas
  • 16 cebolas pequenas e novas
  • 500 g de ervilhas
  • 1 colher (sopa) de açúcar de confeiteiro
  • Ciboullete cortada em finas rodelas para polvilhar
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

PREPARO:

  • Tempere as costelas de vitela com sal, pimenta e polvilhe-as com a farinha de trigo
  • Numa frigideira, aqueça o óleo, com 30 g de manteiga. Coloque as costelas e doure-as bem, dos dois lados, em fogo médio. Reserve-as no calor.
  • Adicione o vinho à frigideira e deixe levantar fervura. Acrescente o creme de leite, reduza e verifique o tempero. Polvilhe a ciboullete.
  • Cozinhe os legumes em água com sal ou no vapor. Escorra-os, coloque-os numa frigideira com a manteiga restante, introduza o açúcar e deixe por alguns instantes no fogo, até ficarem brilhantes.
  • Disponha nos pratos, harmoniosamente, as costelas de vitela com legumes.
  • Coloque o molho e sirva imediatamente.

Já publicado:

ÁRIES (VEJA)

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Livro de Receitas: Cardápio Astrológico – Áries – Carré de cordeiro com grãos de mostarda.

Carré

Ao longo dos anos a equipe do Batata Frita colecionou uma longa lista de receitas que passam agora a ser compartilhadas com vocês. Uma gostosa brincadeira foi publicada na saudosa revista Gula em janeiro de 2000: O Cardápio Astrológico.  “Um guia da boa mesa com pratos que combinam melhor com cada signo”.

O artigo original é assinado por Elisa Donel,  jornalista Elisa Donel, que mora na França há 20 anos e é autora entre outros de “O Passaporte do Gourmet -Um Mergulho na Gastronomia Francesa”.Divirta-se.

ÁRIES : 21 de março a 20 de abril

Carré de cordeiro com grãos de mostarda

INGREDIENTES: 4 porções

  • 1 carré de cordeiro com 8 costelas
  • 2 colheres (de sopa) de mostarda
  • 1 Colher (de sopa) de mostarda em grão
  • 4 Colheres (de sopa) de creme de leite fresco
  • 30 gramas de manteiga
  • 2 cabeças de alho
  • Tomilho a gosto
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

DECORAÇÃO:

Ramos de tomilho

PREPARO:

  • Limpe o carré
  • Numa tigela, coloque as mostardas, 3 colheres do creme de leite, sal, pimenta e misture bem até obter um composto homogêneo.
  • Em fogo alto, doure o carré numa frigideira, com a manteiga. Coloque’-o numa assadeira e passe o creme de mostarda preparado. Junte o tomilho e os de alho inteiros, com a casca.
  • Asse o carré em forno pré-aquecido a 240 graus por aproximadamente 20 a 30 minutos. Retire-o e corte-o em costelas.
  • Junte o creme de leite restante à assadeira e aqueça sem ferver. Se for necessário, pingue um pouco de água na assadeira.
  • Sirva o carré imediatamente, com o molho e o tomilho de decoração.

Uma receita deliciosa para qualquer signo. Aguardem o restante da coleção.

 

Leitura na Cozinha : A Mistura da São João (Revista Gula – Janeiro de 2000)

Vários parentes meus estão envolvidos com a literatura. Resolvi tomar um destes textos emprestados (sem pedir licença, já que ele havia sido previamente publicado). Trata-se de uma crônica, publicada pelo meu tio Klaus Kleber, jornalista conhecido de São Paulo (Gazeta Mercantil, Estado de São Paulo), em uma revista que era um dos bastiões da boa gastronomia: Gula. Deliciem-se, especialmente os paulistanos

A mistura da São João

Klaus Kleber

Da tailandesa à goiana, cozinhas de todo o mundo podem ser encontradas em São Paulo. Mas experimente procurar na cidade – que no próximo dia 25 de janeiro completa 446 anos – um restaurante de comida paulista. Não há. Muitos bares e restaurantes se autodenominam paulista ou paulistano, mas isto é apenas uma referência geográfica. A autêntica comida paulista é a mistura, termo de forte conteúdo gastroemocional na megalópole. Arroz, feijão, macarrão e tudo que de que se necessita para preparar uma pièce de résistence  é uma coisa. Mistura é algo mais.

Nessa especialidade, a Avenida São João continua sendo imbatível. O que se perdeu foi o sabor jovem e conspiratório dos anos 60. Ainda há, para o aperitivo que muitos não dispensam, aqueles botecos apertados, praticamente um balcão com um espaço para três ou quatro pessoas, onde os donos conseguem servir vinte. Mas desapareceu (ou mudou-se) o antológico Rei das Caipirinhas, onde montamos uma trincheira inexpugnável de resistência ao golpe.

Era só uma porta no Anhangabaú que dava para um pequeno cômodo em L, um verdadeiro achado para você se proteger do vento e do frio. Na virada do L, ficava um espaço de 2m x 1,5 m, conhecido pelos defensores da legalidade democrática como jardim de inverno. O Rei oferecia pingas das mais longínquas marcas e uma variedade de misturas: além de limão, tinha Caipirinha de abacaxi, morango, laranja-da-baía, carambola, uva, uvaia e outras frutas da estação. Depois de dar a volta à sede, os cidadãos, mais confortados, tinham à sua frente, ainda na baixa São João, uma fieira de de estabelecimentos conhecidos pela designação global de circuito Quibe. Ali, foi inventado o prato feito (PF) com Esfiha, Quibe ou Cafta. Consta também que uma padaria da São João, à esquerda de quem sobe, foi o laboratório de outra invenção que logo ganhou o mundo: a pizza portuguesa.

Para satisfação de seu paladar castiço, o lusitano ali estabelecido mandou adicionar à mozzarela paio, cebola e azeitonas pretas, mais uns pingos de óleo da marca Galo. O presunto entrou depois, no lugar do paio. Estava criada a celebrada pizza, que transplantada para Portugal é conhecida como brasileira.

O sustento mais frequente era fornecido pela baratíssima Salada Paulista (na Ipiranga), com suas batatas embebidas em maionese mais uma solitária salsicha. O toque de classe era a folhinha de cheiro-verde bem picada em cima da maionese. Um chope geladinho era de rigueur. Nos dias de menos dureza, íamos todos ao bar Brahma da Avenida São João, que nos parecia o melhor que o capitalismo poderia oferecer. O programa dos sonhos da estudantada, jornalistas e escriturários era levar as namoradas para o escurinho da sobreloja do bar. Discretamente o Brahma tinha duas entradas. Pela Avenida Ipiranga, você ia dar no bar propriamente dito, com balcão e banquinhos estofados de couro, na extremidade do qual estava a escada para a sobreloja dos amores. Essa parte romântica era ligada por um corredor, com paredes de lambris, ao barzão e restaurante, um grande salão todo iluminado por imponentes lustres de cristal. Naquele oásis, ao qual se podia ter acesso direto pela Avenida São João, você podia desfrutar, além do schnapps, de um chope que descia bem com um honesto salsichão com batatas, Eisbein com chucrute e iguarias que tais. E tinha a orquestra, composta por dignos músicos profissionais, sempre de smoking, consagrados pela execução de valsas, polcas, xotes e mazrucas. Algumas tão antigas que um amigo meu costumava dizer que as partituras eram compradas no sebo. Mas o piano, o violoncelo e os violinos do Brahma, no vasto salão, não incomodavam. Na verdade, eram um convite para um bom papo. O que é mais do que se pode dizer de tantos barzinhos espremidos e estridentes hoje espalhados por aí.

E você aí de São Paulo, não quer escrever para gente e dizer se alguns desses templos ainda existem ?

Vai começar a seguir uma dieta ?

Começando o nosso nono ano de atividades, estamos reproduzindo este interessante diagrama, publicado pela National Geographic Brasil, 210, setembro 2017. Como diz o alerta à direita do gráfico: “Este gráfico tem finalidade meramente ilustrativa e não deve ser considerado como aconselhamento médico”.

batata

Vai iniciar uma dieta ? Veja o diagrama abaixo

Cada arco inclui os alimentos admitidos em um tipo de dieta, as cores mostram a dificuldade em se seguir aquele tipo de dieta. Os tons mais vermelhos mostram dietas mais difíceis de serem seguidas e os mais azulados as mais fáceis.

Quando você ouvir falar em veganos, dieta mediterrânea ou paleolítica saiba do que se trata. Vamos definir o que é permitido uma a uma:

  1. Vegana: alimentos  de origem não animal ; veganismo crudívoro (alimentos vegetais preparados a uma temperatura menor que 48 graus centígrados) , macrobiótica (alguns adeptos da macrobiótica consomem peixes e frutos do mar), vegana com mel  :
  • o arco inclui  cereais, legumes, frutas, hortaliças, nozes e sementes e é de cor amarela: moderadamente difícil de ser seguida.

3. Sucos: variações de abordagem acerca dos alimentos vegetais permitidos : apenas  frutas, frutas e hortaliças, e a de brotos (inclui nozes e sementes)

  • o arco é colorido de vermelho – muito difícil

4. Paleodieta: privilegia o grupo de alimentos disponível aos grupos de caçadores e coletores que viviam há mais de dez mil anos.

  • o arco inclui frutas, hortaliças, nozes, sementes, mel, ovos, peixes, aves e carnes. A cor é verde: um pouco difícil.

5. Mediterrânica:

  • o arco inclui laticínios, cereais, legumes, frutas, hortaliças, nozes, sementes, mel, ovos, peixes e aves. Alguns ingerem carne vermelha uma ou outra. A cor é azul: mais acessível.

6. Onívora, freegan : os onívoros comem todos os grupos alimentares.  Os freegan se limitam a alimentos reciclados (folhas, talos, etc, que seriam normalmente jogados fora) como parte de uma filosofia anticonsumista. O desafio é de se alimentar de forma saudável e com a maior variedade de alimentos possível.

  • o arco inclui laticínios, cereais, legumes, frutas, hortaliças, nozes, sementes, mel, ovos, peixes e aves e carnes. A cor é azul : mais acessível.

Um alerta: quanto mais radical a dieta que você decida seguir, maior a necessidade de acompanhamento médico e nutricional.

 

Reposicionamento

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O Batata Frita Pode estará no próximo mês comemorando mais um aniversário. São 9 anos procurando informar, divertir e discutir assuntos ligados à alimentação. Como mudança para o nosso décimo ano de funcionamento, resolvemos abrir o leque. Partindo do princípio de que a pergunta título do blog se refere a hábitos de vida saudável, que vão além da alimentação, a partir de agora o blog passa também a abordar temas de saúde de uma maneira geral. Mas não se preocupem, a alimentação continuará sendo nosso foco principal. Todas as antigas sessões, receitas, informações, opiniões serão mantidas.

Portanto preparem-se, apartir de setembro, na rede um novo Batata Frita. Aguardem.

Curiosidade : Ovo Jumbo?

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Hoje sai para comprar ovos e me deparei com uma dúvida: havia uma promoção de ovos jumbo tipo A. Mas, o que é um ovo jumbo? Que é um ovo maior é óbvio, mas porque ele é maior? Resultado de alguma galinha transgênica? Comprei os ovos, e meio desconfiado fui pesquisar.

Descobri que as granjas brasileiras produzem 32 bilhões de ovos ao ano (dá quase 5 ovos para cada habitante do planeta) e, como eu já sabia,  que os ovos podem ser  brancos e vermelhos e de diversos tamanhos. Sim, o ovo de galinha tem tamanhos diferenciados, influenciados pela genética e, principalmente, pela idade da ave.

Existem também diferenças entre raças de galinha

Segundo o site ovosite : “Temos ovos, que variam de acordo com o seu peso, e que são classificados como industrial, pequeno, médio, grande, extra grande e jumbo”, explica o médico veterinário e produtor de ovos, Sérgio Kakimoto. “Na prática, cada avicultor trabalha com um tamanho específico de ovo, de acordo com a necessidade do seu cliente ou do seu mercado”. “Se o granjeiro mantém um plantel de aves com idade mais avançada, até 100 semanas, o ovo que mais produzirá será o extra. Porém, se o avicultor mantém as aves até 80 semanas, o ovo mais produzido, então, será o tipo grande”, diz.

Assim, a influência da idade da ave e da sua a nutrição específica são responsáveis pelo tamanho do ovo produzido. As aves jovens, no início da postura, botam ovos menores que os das galinhas adultas.  Quanto mais prematura a postura da galinha, maior a probabilidade de o ovo ser pequeno. A postura também varia muito conforme linhagem das galinhas.Dieta pobre em nutrientes faz com que as galinhas botem ovos pequenos

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Pela classificação/nomenclatura geral, hoje temos:

– Ovos Tipo Jumbo – (peso mínimo de 66 g por unidade)

– Ovos Tipo Extra – (peso entre 60 g e 65 g por unidade)

– Ovos Tipo Grande – (peso entre 55 g e 59 g por unidade)

– Ovos Tipo Médio – (peso entre 50 g e 54 g por unidade)

– Ovos Tipo Pequeno – (peso entre 45 g e 49 g por unidade)

– Ovos Tipo Industrial – (peso abaixo de 45 g por unidade).

Então se agora você encontrar um ovo tipo jumbo, já sabe do que se trata