Batatômetro: Quest Bar – Sabor Canela e Vanilla Almond Crunch

O batatômetro de hoje é para quem usa barrinhas de proteína na complementação da sua alimentação diária!

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Esses dias recebemos 2 barrinhas da Quest Bar, vindas da empresa Natue, para provarmos e dar a nossa opinião! Uma sabor canela e a outra sabor baunilha. Para quem não conhece, as barrinhas Quest Bar são de proteína e possuem alguns diferenciais nutricionais. Antes de experimentar essas duas, eu já havia experimentado a de chocolate chip, mas não gostei muito porque achei meio enjoativa. Na verdade a maioria das barrinhas de proteína existentes no mercado são de fato enjoativas (para meu paladar) e foi exatamente o que me surpreendeu no sabor canela. Comi uma inteira com satisfação. Então vamos à classificação dos produtos segundo aparência, informações nutricionais, embalagem, sabor e preço. Lembrando que nossa escala vai de 1 a 10, sendo 10 a excelência no item avaliado e 1  pior resultado possível.

Embalagem: Nota 9

A embalagem é simples, bem organizada, contém todas as informações necessárias bem dispostas, como a tabela nutricional, ingredientes, data de validade e data de fabricação. Perdeu um ponto por não ter nada escrito em português, tudo na barrinha é escrito em inglês, o que dificulta para muitos identificar os ingredientes contidos no produto.

Aparência: Nota 8

Nota 8 pelo simples fato de não serem atrativas, o que não é nenhuma surpresa. Atualmente no mercado não tem uma barrinha de proteína visivelmente atrativa. Então ela é como todas as outras.

Sabor: Vanilla (7) Canela (10)

O sabor das duas é bem diferenciado. Não vou comparar uma á outra, vou comparar a de canela com todas que já experimentei. Se você assim como eu acha todas as barrinhas de proteína enjoativas, por favor, experimentem a de canela. Pela primeira vez posso falar que realmente gostei de uma barrinha de proteína! Ela não tem aquele sabor de adoçante amargo no final que dura horas na boca, sabe? Realmente fiquei muito surpresa! Já a de Vanilla não meu surpreendeu muito, o gosto é bem parecido com as demais no mercado, por isso tirei alguns pontos. Interessante que eu observei que no sabor canela o adoçante sucralose não está presente, somente o stevia. Pode ser essa a diferença.

Informações nutricionais: Nota 9

Quando comparado a outros produtos no mercado, a parte nutricional dessas barrinhas é incrivelmente superior.

Canela: Em 60g encontramos 170 kcal, sendo 8g de gordura, 0g de gordura saturada. 24g de carboidrato, 20g de proteínas e não contém açúcar. O que me chamou mais atenção no produto foi a quantidade de fibras: 17g (pasmem!!), nunca vi nenhuma barrinha no mercado com uma quantidade tão alta de fibras. Para vocês terem noção a diferença chega a ser de 90% quando comparada a outras marcas. O sódio deixa um pouquinho a desejar… 260mg em 1 porção (choremos…) . Descrição:

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Vanilla: Em 60g encontramos 200 kcal, sendo 9g de gordura, 0,5g de gordura saturada. 22g de carboidrato e 21g de proteínas. O que me chamou mais atenção no produto foi a quantidade de fibras: 18g (pasmem!!), nunca vi nenhuma barrinha no mercado com uma quantidade tão alta de fibras. Para vocês terem noção a diferença chega a ser de 90% quando comparada a outras marcas. O sódio deixa um pouquinho a desejar… 360mg em 1 porção (ainda maior que a de canela). Descrição:

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As fibras são compostas de isomalto-oligossacarídeos que diminuem o índice glicêmico e ainda auxiliam no bom funcionamento do intestino. 

 Preço: Nota 7

Uma barrinha chega a custas R$15,90, o que é bem pesado para o bolso do brasileiro que recebe um mínimo de R$788,00 ou seja R$26,27 por dia de trabalho. Porém quando comparado a marcas parecidas, o preço é equivalente.

Apesar do custo, o produto é considerado ótimo, principalmente pela parte nutricional. Devemos lembrar que a maioria dos concorrentes contém inúmeros ingredientes artificiais, além de não conterem fibras.

Como este não é um publipost, mas sim um texto com o objetivo de avaliar os produtos que encontramos no mercado, a Natue se colocou a disposição dos nossos leitores para tirar mais dúvidas sobre o produto. Basta acessar a página da loja clicando aqui!

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Sorvete de manga pré carnaval

Todos nós sabemos que a pior parte da dieta é abrir mão de alimentos que gostamos muito pelo fato de conterem calorias em excesso, muita gordura e condimentos desnecessários. Além disso o carnaval está chegando e tem muita gente aí de olho na balança! Então separamos uma receita deliciosa e super natural para você se deliciar em um sorvetinho refrescante e espantar o calor sem neura!
imagesIngredientes:

2 mangas descascadas e picadas

1/2 litro(s) de leite sem lactose

Suco de três limões ­sicilianos

1 colher(es) de sopa de açúcar demerara

Modo de preparo:

Bata as mangas, o leite, o limão e o açúcar no liquidificador. Coloque a mistura em um recipiente e tampe. Leve ao congelador por cinco horas, aproximadamente. Retire do congelador e bata a mistura no liquidificador novamente. Enquanto bate, desligue o liquidificar, de vez em quando, mexa a mistura. Coloque a mistura no congelador novamente por três horas aproximadamente. Sirva.

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Posso substituir minhas refeições por suplementos?

suplementos-alimentares-parte2Frequentemente atendo pacientes interessados em facilitar a vida e substituir as refeições por suplementos alimentares. Quando digo refeições, estou me referindo também ao almoço e o jantar. As justificativas para tal substituição são inúmeras, uns me falam sobre facilidade, outros…  comodidade, aí vem a praticidade e por aí caminha a conversa…

Eu não tenho absolutamente nada contra a suplementação, pelo contrário, em muitos casos sou totalmente a favor, desde que não seja pela substituição completa do alimento, principalmente no almoço e no jantar. Quando faço uma dieta e conduzo uma consulta, eu não sou o tipo de profissional que inclui as castanhas e os vegetais e os grãos na alimentação, eu sou aquela nutri que inclui o resto dos alimentos nessa dieta.

Eu não sei se muitos sabem o que é uma dieta ou um plano alimentar, mas vai muito além de apenas carboidratos, gorduras e proteínas. As propriedades nutricionais dos alimentos estão longe de ser apenas macronutrientes. Nos últimos 50 anos a nutrição evoluiu como nunca e a falta dos micronutrientes na dieta estão cada vez mais sendo relacionados com morbidades e mortalidades.

Mas que isso tem a ver com suplementação?

Ora, se você quer se alimentar somente de suplementos (aqueles comuns, malto, whey, albumina), aonde vai encontrar os micronutrientes, em especial os fitonutrientes dos alimentos? Eu não estou me referindo a carboidratos, proteínas e gorduras, equilibrar isso é fácil. Eu estou me referindo à verdadeira parte nutricional dos alimentos, como o alfacaroteno, as antocianinas, as betalaínas, os flavonoides, os fitoesteróis, os sulfetos alílicos… – encontrados somente em alimentos naturais.

Perder peso é fácil, tem receita em qualquer revista (e olha que nem precisa ser de alimentação), porém não são equilibradas, não são certas, não são personalizadas e muito menos funcionais. Aquele personal, aquela blogueira e aquele amigo de academia deviam ser condenados por “instruírem” pessoas leigas baseados apenas em quantidades de gorduras saturadas ou quantidade elevadas de proteína.

Aquele biscoito ou aquele frango que você come não contém nenhuma carga importante de antioxidantes ou de fitonutrientes e estes sim são os verdadeiros “remédios” na luta contra doenças virais, envelhecimento e o tão temido câncer. A dieta pobre em fitonutrientes (que não estão presentes nos suplementos comuns) é a grande responsável por sistemas imunológicos debilitados e o aumento da incidência de câncer nas populações – principalmente da norte americana que além de suplementos, vive a base de “fast foods” e produtos processados.

Os alimentos processados ganharam a indústria e aos poucos foram sendo fortificados com vitaminas para suprirem doenças como anemias, bócio e escorbuto. O resultado? Hoje quase todo o mundo se alimenta de produtos processados, deixando de lado alimentos naturais e mais nutritivos como vegetais, frutas e castanhas. A consequência? Sistema imunes debilitados, envelhecimento precoce, aumento da incidência de doenças transmissíveis e não transmissíveis.

A simplificação exagerada da alimentação humana levou a fabricação de suplementos que podem sim levar a uma ingestão adequada de macronutrientes, mas deixa muito a desejar na diversidade de micronutrientes, sem falar no prazer de comer. Por exemplo, uma dieta com 20% de gordura poderia ter uma oferta de micronutrientes adequada ou não, assim como uma de 40% de gordura. Então não é a proporção entre gorduras e carboidratos que importa para a saúde, o que importa mesmo é a absorção dos micronutrientes que muitas vezes precisam (pasmem!!) da gordura para serem absorvidos.

Então não é uma dieta pobre em gordura e rica em proteínas que vai te fazer mais saudável (uma pausa para o frango com batata doce) e nem o abuso na ingestão de suplementos que bate recordes de venda a cada ano.

Os suplementos são apenas complementos alimentares e não servem para substituir refeições. E a revista de moda não tem a dieta ideal para você, quem tem é a nutricionista.

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Que óleo devo usar?

Com vários óleos disponíveis no mercado, você ainda tem dúvida quais são os melhores para usar na sua cozinha? Vamos tentar te ajudar nessa!

Óleo de coco

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Queridinho das blogueiras fits de plantão, o óleo de coco é um TCM (triglicerídeo de cadeia média) obtido através da carne do coco. No processo de obtenção do óleo, não são empregados solventes químicos, nem elevadas temperaturas, portanto, seus fitoquímicos são mantidos. 50% do óleo do coco é composto pelo ácido láurico, que são de fácil absorção e não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que pode levar a perda de peso em indivíduos que seguem uma dieta equilibrada e praticam atividade física diariamente. Uma pesquisa realizada em 2008 comparou o efeito do óleo de coco e do azeite na composição corporal de indivíduos. Esse estudo demonstrou redução significativa de peso no grupo que consumiu o óleo de coco associado à dieta, se comparado ao grupo que ingeriu azeite de oliva com dieta. Diversos estudos demonstraram ainda as ações do óleo de coco em casos como candidíase e gastrite bacteriana

O óleo de coco, por ser um ácido graxo saturado é mais estável a altas temperaturas, podendo ser utilizado para finalizar pratos quentes. Porém, para a preservação de seus antioxidantes, recomenda-se que seja utilizado em preparações frias, como saladas, sucos e shakes ou em torradas e tapiocas.

Seu índice de acidez é no máximo até 0,5%, o que o caracteriza como um óleo extra virgem.

Azeite virgem e extra virgem

azeite

No Brasil, denomina-se Azeite o produto oleoso obtido por prensagem de um dado fruto, sem a utilização de solventes para extração. O Azeite de Oliva é oriundo da Azeitona, fruto proveniente da Oliveira (Olea europaea L.). Já o Azeite de Dendê, da polpa do fruto da Palmeira do Dendê, o “Dendezeiro” (Elaeais guineensis Jaquim). Quando o Azeite de Oliva apresenta uma acidez muito elevada (maior que 3,3%), é submetido a um tratamento para neutralizar o excesso de acidez, sendo então classificado como Refinado e tendo acidez final de no máximo 0,3%. Os Azeites de Oliva não refinados são classificados por Virgem ou Extra-Virgem em função da acidez apresentada; são classificados como extra-virgens aqueles com acidez máxima de 0,8% e virgens aqueles com acidez de até 2,0%. Os azeites que apresentam acidez entre 2,0% e 3,3% são normalmente misturados aos azeites refinados, compondo um tipo genérico “Azeite de Oliva”, cuja acidez máxima deve ser de 1,0%.

Os azeites são ricos em ácidos graxos essenciais. O que são ácidos graxos essenciais? São os ácidos graxos importantes para o funcionamento do corpo humano mas que o nosso organismo não é capaz de produzir, sendo necessário adquiri-los por meio da alimentação. Na infância, uma baixa ingestão destes ácidos graxos essenciais pode retardar o crescimento e causar problemas de pele e fígado. Além disso, os azeites, tanto o de oliva quanto o de dendê, possuem esteróis, que são substâncias que dificultam a absorção de colesterol no intestino, e o beta caroteno, que é antioxidante, ou seja, combate os radicais livres.

O azeite, pelas suas características organolépticas únicas e por ser um óleo monoinsaturado rico em antioxidantes naturais, o que leva a uma elevada estabilidade oxidativa, foi desde tempos antigos muito utilizado na fritura de alimentos em detrimento de outros óleos e gorduras.

Um estudo realizado concluiu que tanto o azeite virgem quanto o azeite extravirgem sofrem modificações durante o processo de aquecimento ou a temperaturas elevadas, porém o extra virgem é mais estável devido as suas propriedades antioxidantes.

Óleo de linhaça

linhaça

A linhaça é um grão oleaginoso de cor marrom ou amarelo dourado rico em ácidos graxos poli-insaturados e alfa linolênico que pode dar origem a vários produtos como o óleo, farelo e goma, diversificando assim a forma de consumo.

O óleo de Linhaça é um óleo natural constituído basicamente de triacilglicerol contendo alta porcentagem de ácidos graxos poliinsaturados e monoinsaturados que têm suas propriedades físico-químicas alteradas durante o processo de oxidação. Quando aquecido, o óleo perde apenas parte das propriedades funcionais, por apresentar boa estabilidade em altas temperaturas, principalmente quando aquecido em forno elétrico.

Enfim, como podemos observar, todos os óleos citados acima são mais bem aproveitados pelo nosso organismo quando utilizados “crus”, então evite aquecer esses produtos por longos períodos  .

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Não gosto disso, não como aquilo…

imagesNão como isso, não gosto daquilo, odeio brócolis, não como verduras não gosto de alface… se o seu discurso é sempre o mesmo quando relacionado á alimentação e nutrição, isso significa que você pode ter o paladar infantil que hoje já é considerado um distúrbio por cientistas do mundo inteiro.

Um adulto considerado “picky eater” é aquele que escolhe demais os alimentos antes de comer, como se fosse uma alimentação seletiva. Porém essa alimentação seletiva não é baseada em contagem de calorias ou gramas de gordura como vemos comumente nas redes sociais de pessoas neuróticas em busca do “corpo perfeito”.  Os “picky eaters” comem somente alimentos que  eles gostam como massas, pães, sorvetes e queijos.

57302337_XSA alimentação dessas pessoas pode ser tão limitada que pode até interferir em seus relacionamentos (social e profissional), mas não se sabe ao certo o que impulsiona tal comportamento. O problema é que o distúrbio pode afetar toda a família e levar a problemas mais sérios como a desnutrição. Um adulto que gosta somente de comida que crianças gostam influenciam diretamente os filhos e por aí vai… Além disso, uma alimentação pobre em vitaminas, minerais, fibras e rica em gorduras e açúcares contribui para o desenvolvimento da obesidade e de doenças cardiovasculares.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Toronto, no Canadá constatou que há casos extremos de adultos que comem somente um tipo de textura ou cor como branca ou amarela, em um sinal de transtorno obsessivo compulsivo. Também são comuns o casos de indivíduos que não comem nada da cor verde, nem alface, nem pepino, nem brócolis.

Enquanto que para a maioria das pessoas experimentar pratos novos é uma experiência gastronômica, para os “picky eaters” há um temor de que a experiência seja algo intolerável.

Os comedores “chatos” (assim denominados pela universidade de Duke, nos EUA) geralmente se alimentam de batatas fritas, sorvetes, achocolatados e refrigerantes, mas cada um a sua maneira, uns gostam de sorvete de baunilha, outros apenas de chocolate, outros preferem misturado.

“Picky eaters”, “chatos” ou com “paladar infantil”, não importa a denominação. O que importa é realmente ver se existe um problema (não vale só falar que não gosta pra comer porcaria) e iniciar um tratamento com ajuda psicológica para que novos sabores sejam introduzidos na alimentação.

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O tratamento geralmente envolve a família inteira pois com certeza um adulto que só come alimentos gordurosos e pobres nutricionalmente, não foi apresentado a outros tipos de alimentos quando era uma criança. Quando eu digo “apresentado”, estou me referindo aquela insistência dos pais em introduzir alimentos como frutas e verduras na alimentação da criança. Claro que muitos tipos de alimentos sofrem rejeição no início, mas todos devem ser ofertados várias e várias vezes para que o paladar da criança se acostume com texturas mais naturais e não vire um adulto “chato” e com carência nutricional.

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Açúcar branco, demerara ou mascavo?

acucarUma dúvida que sempre fica é a de qual açúcar devemos usar e qual a diferença entre eles (sempre é melhor não utilizá-lo ou utilizar o mínimo possível). Já não bastava o açúcar branco e o mascavo, agora o demerara também entra na jogada com as modinhas.  Então vamos entender melhor as variações desses açúcares e qual faz “menos mal”.

Todos eles são fabricados a partir da cana que passa por diversas etapas de fabricação. Primeiro a cana é moída para extrair o caldo que é aquecido a mais de 100°C e filtrado. Em seguida a água evapora, restando apenas o xarope do caldo que vai para o aquecimento fazendo “surgir” os famosos cristais de açúcar. Enfim, os cristais passam pelo processo de refinamento, recebendo produtos químicos que visam melhorar o gosto e o aspecto do produto.

O açúcar branco é o mais comum e também o mais utilizado.  No refinamento, aditivos químicos como o enxofre tornam o produto branco e gostoso. Porém, esse processo retira vitaminas e sais minerais, deixando apenas as “calorias vazias” (sem nutrientes).

O açúcar mascavo é o açúcar bruto, escuro e úmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana sem passar pelo processo de refinamento e aditivos químicos. Assim ele conserva o cálcio, o ferro e os sais minerais. Porém, seu gosto, bem parecido com o do caldo de cana, desagrada a algumas pessoas. Em 100 gramas de um açúcar mascavo, existem 85 miligramas de cálcio, 29 miligramas de magnésio, 22 miligramas de fósforo e 346 miligramas de potássio. Para comparar, na mesma quantidade de açúcar branco, a gente encontra no máximo 2 miligramas de cada um desses nutrientes.

O açúcar demerara é um dos tipos mais caros. Ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Por isso, seus grãos são marrom-claros e têm valores nutricionais altos, parecidos com os do açúcar mascavo.

Agora é só fazer a sua escolha! Eu sugiro sempre o açúcar mascavo! 😉

escritopor2gabriela

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